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domingo, 1 de dezembro de 2019
terça-feira, 26 de novembro de 2019
segunda-feira, 25 de novembro de 2019
O AMBIENTE DE TRABALHO: E as doenças psicossomáticas
Já faz parte do nosso dia a dia ouvir pessoas reclamando do ambiente de trabalho e de como ficam extremamente estressadas com a rotina laboral. Com o passar do tempo a insatisfação profissional pode gerar grandes problemas, entre eles a somatização ou doenças psicossomáticas, que nada mais são do que problemas psicológicos que se transformam em doenças físicas.
A desordem emocional e psicológica é tamanha, que o corpo acaba respondendo com algum tipo de doença que realmente afeta o organismo. Isso ocorre pois no corpo humano existe uma glândula que tem a capacidade de ligação direta com o hipotálamo, no nosso cérebro. Tal glândula é responsável pela produção dos hormônios que controlam todas as funções do organismo e quando ele percebe os sentimentos e emoções do indivíduo ele acaba alterando sua conexão com cérebro e reagindo.
Essa reação do hipotálamo pode acarretar em doenças respiratórias, de pele, circulatórias ou gastrointestinais. Exemplos claros da reação do organismo são tremores, dores de barriga, travamentos dos dentes, todos involuntários, em resposta à algo que se está sentindo.
Resfriado, herpes, enxaqueca, diarreia, psoríase, alopécia e vitiligo são algumas dos doenças que podem ser causadas pela somatização de emoções e sentimentos do paciente. Por isso é normal ver uma pessoa que possui psoríase, por exemplo, não apresentar feridas quando está bem, quando está feliz.
Sintomas
As pessoas que somatizam podem apresentar sintomas psicológicos, físicos e orgânicos. Dificuldade para reconhecer sentimentos, baixo estima, stress, tristeza, dor de cabeça, dor de barriga, náuseas, vômitos, enjoo, perda da consciência, perda do desejo sexual e queda de cabelo.
Em casos mais graves a pessoa pode ainda perder a consciência e aumentar o seu grau de irritabilidade. A somatização acarreta ainda todos os sintomas da resposta do organismo ao sentimento, ou seja, se o corpo responder com uma gripe o paciente terá todos os sintomas da gripe.
Então se você notar uma alergia que pomada nenhuma resolva, uma dor no estômago que nenhum remédio alivie, uma dor de cabeça que nem a aspirina mais potente resolva, queda de cabelo que nenhuma vitamina possa parar, você provavelmente pode estar somatizando.
Procure sempre um bom profissional antes de se auto medicar, pois essas doenças se não tratadas podem evoluir para quadros mais graves.
Diagnóstico
O maior problema para se diagnosticar uma doença psicossomática é o fato de que a pessoa não possui consciência de que sua doença está sendo causada por seus próprios sentimentos. Por se tratar de um problema psicológico que acaba acarretando outro problemas físicos o diagnóstico deve ser feito por um psicólogo ou psiquiatra. Portanto, o acompanhamento médico e fundamental para o diagnóstico seguro, assim como a confiança do paciente no profissional. A análise de sintomas e de reações do corpo também ajuda a identificar o problema
Prevenção
A melhor maneira de se prevenir uma doença como a somatização é estar psicologicamente bem consigo mesmo. Levar uma vida com hábitos saudáveis e atividades prazerosas reduzem significativamente os riscos de um acometimento por esse tipo de problema. Procurar entender a vida, relaxar, sem se cobrar diariamente, todas essas são praticas que diminuirão o risco do adoecimento.conexao-corpo-mente
Nesse momento o psicólogo pode auxiliar e muito no contexto de trabalho, que é uma das áreas da vida das pessoas que mais gera stress e desequilíbrio emocional. A psicologia organizacional e do trabalho vai proporcionar tanto para a empresa, quanto para o funcionário um ambiente de trabalho que funcione, diminuindo as tensões e mediando conflitos. O psicólogo nessa área de organizações tem um vasto repertório de atuações, e em todas elas existem possibilidades de tornar o ambiente de trabalho menos traumático, sendo assim um personagem indispensável quando se trata de prevenir essas doenças.
Tratamento
Normalmente as doenças psicossomáticas não tem cura e os sinais da doença permanecem durante toda a vida indo e vindo de acordo com as oscilações do emocional da pessoa.
O tratamento deve ser feito juntamente com o médico e a terapia, pois como se trata de uma doença psicossomática, deve se cuidar da mente e do corpo, com o uso de medicações específicas para cada reação, e a terapia.Mesmo tendo acesso a essas informações, a população não se atenta para essas reações do organismo e negam a origem psicológica, dificultando ainda mais o tratamento.
É preciso quebrar a ideia de que só quem é louco vai ao psicólogo, de que só quem tem ‘’problema de cabeça’’ precisa de terapia. A psicologia esta aí para ajudar, para proporcionar uma melhor qualidade de vida.
By: PSICOLOGIA NA PRÁTICA
Blog informativo e expositivo com conteúdos semanais enfatizando a abordagem de temas relacionados aos campos de atuação da psicologia.
Já faz parte do nosso dia a dia ouvir pessoas reclamando do ambiente de trabalho e de como ficam extremamente estressadas com a rotina laboral. Com o passar do tempo a insatisfação profissional pode gerar grandes problemas, entre eles a somatização ou doenças psicossomáticas, que nada mais são do que problemas psicológicos que se transformam em doenças físicas.
A desordem emocional e psicológica é tamanha, que o corpo acaba respondendo com algum tipo de doença que realmente afeta o organismo. Isso ocorre pois no corpo humano existe uma glândula que tem a capacidade de ligação direta com o hipotálamo, no nosso cérebro. Tal glândula é responsável pela produção dos hormônios que controlam todas as funções do organismo e quando ele percebe os sentimentos e emoções do indivíduo ele acaba alterando sua conexão com cérebro e reagindo.
Essa reação do hipotálamo pode acarretar em doenças respiratórias, de pele, circulatórias ou gastrointestinais. Exemplos claros da reação do organismo são tremores, dores de barriga, travamentos dos dentes, todos involuntários, em resposta à algo que se está sentindo.
Resfriado, herpes, enxaqueca, diarreia, psoríase, alopécia e vitiligo são algumas dos doenças que podem ser causadas pela somatização de emoções e sentimentos do paciente. Por isso é normal ver uma pessoa que possui psoríase, por exemplo, não apresentar feridas quando está bem, quando está feliz.
Sintomas
As pessoas que somatizam podem apresentar sintomas psicológicos, físicos e orgânicos. Dificuldade para reconhecer sentimentos, baixo estima, stress, tristeza, dor de cabeça, dor de barriga, náuseas, vômitos, enjoo, perda da consciência, perda do desejo sexual e queda de cabelo.
Em casos mais graves a pessoa pode ainda perder a consciência e aumentar o seu grau de irritabilidade. A somatização acarreta ainda todos os sintomas da resposta do organismo ao sentimento, ou seja, se o corpo responder com uma gripe o paciente terá todos os sintomas da gripe.
Então se você notar uma alergia que pomada nenhuma resolva, uma dor no estômago que nenhum remédio alivie, uma dor de cabeça que nem a aspirina mais potente resolva, queda de cabelo que nenhuma vitamina possa parar, você provavelmente pode estar somatizando.
Procure sempre um bom profissional antes de se auto medicar, pois essas doenças se não tratadas podem evoluir para quadros mais graves.
Diagnóstico
O maior problema para se diagnosticar uma doença psicossomática é o fato de que a pessoa não possui consciência de que sua doença está sendo causada por seus próprios sentimentos. Por se tratar de um problema psicológico que acaba acarretando outro problemas físicos o diagnóstico deve ser feito por um psicólogo ou psiquiatra. Portanto, o acompanhamento médico e fundamental para o diagnóstico seguro, assim como a confiança do paciente no profissional. A análise de sintomas e de reações do corpo também ajuda a identificar o problema
Prevenção
A melhor maneira de se prevenir uma doença como a somatização é estar psicologicamente bem consigo mesmo. Levar uma vida com hábitos saudáveis e atividades prazerosas reduzem significativamente os riscos de um acometimento por esse tipo de problema. Procurar entender a vida, relaxar, sem se cobrar diariamente, todas essas são praticas que diminuirão o risco do adoecimento.conexao-corpo-mente
Nesse momento o psicólogo pode auxiliar e muito no contexto de trabalho, que é uma das áreas da vida das pessoas que mais gera stress e desequilíbrio emocional. A psicologia organizacional e do trabalho vai proporcionar tanto para a empresa, quanto para o funcionário um ambiente de trabalho que funcione, diminuindo as tensões e mediando conflitos. O psicólogo nessa área de organizações tem um vasto repertório de atuações, e em todas elas existem possibilidades de tornar o ambiente de trabalho menos traumático, sendo assim um personagem indispensável quando se trata de prevenir essas doenças.
Tratamento
Normalmente as doenças psicossomáticas não tem cura e os sinais da doença permanecem durante toda a vida indo e vindo de acordo com as oscilações do emocional da pessoa.
O tratamento deve ser feito juntamente com o médico e a terapia, pois como se trata de uma doença psicossomática, deve se cuidar da mente e do corpo, com o uso de medicações específicas para cada reação, e a terapia.Mesmo tendo acesso a essas informações, a população não se atenta para essas reações do organismo e negam a origem psicológica, dificultando ainda mais o tratamento.
É preciso quebrar a ideia de que só quem é louco vai ao psicólogo, de que só quem tem ‘’problema de cabeça’’ precisa de terapia. A psicologia esta aí para ajudar, para proporcionar uma melhor qualidade de vida.
By: PSICOLOGIA NA PRÁTICA
Blog informativo e expositivo com conteúdos semanais enfatizando a abordagem de temas relacionados aos campos de atuação da psicologia.
terça-feira, 16 de abril de 2019
sábado, 12 de janeiro de 2013
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
domingo, 21 de outubro de 2012
Êxito
Se formos tão
profundos em aprofundar nossas virtudes em forma físicas;
Então um dia o que
mais significará é realmente ter virtudes imaginárias;
Em tudo o que se crê e
faz, realmente por trás;
È em prol dos que
sempre estão lá;
Nada vai significar a
diferente visão momentânea,
Se de a realidade for
cotidiana,
Nunca se engana, só
faz e tem gana.
Porém sempre alcança o
que se quer obter,
Êxito em te fazer crer,
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
* (“Èah) :
* (“Èah) a “loucura” é pra todos, mas poucos sabem usar ao seu favor sem desrespeitar o próximo e a “DEUS”. MacielscC
QI ! ...
Em 1912, Wilhelm Stern propôs o termo “QI” (quociente de
inteligência) para representar o nível mental, e introduziu os termos "idade mental"
e "idade
cronológica". Stern propôs que o QI fosse determinado pela
divisão da idade mental pela idade cronológica. Assim uma criança com
idade cronológica de 10 anos e nível mental de 8 anos teria QI 0,8, porque 8 /
10 = 0,8.
Em 1916, Lewis Madison
Terman propôs
multiplicar o QI por 100, a fim de eliminar a parte decimal: QI = 100 x IM /
IC, em que IM = idade mental e IC = idade cronológica. Com esta fórmula, a
criança do exemplo acima teria QI 80.
A classificação proposta por Lewis Terman era a seguinte:
§
QI acima de 140: Genialidade
§
121 - 140: Inteligência muito acima da média
§
110 - 120: Inteligência acima da média
§
90 - 109: Inteligência normal (ou média)
§
80 - 89: Embotamento
§
70 - 79: Limítrofe
§
50 - 69: Raciocínio Lerdo
Sendo assim, a fórmula exata do QI era:
QI =Idade Mental__________________ X 100
Idade Cronológica
Em 2005, o teste de QI mais usado no mundo foi o Raven Standard Progressive Matrices. O teste individual mais usado é o WAIS-III. O teste de Q.I. individual mais administrado em pessoas de 6 a 16 anos é o WISC-III (Escala de Inteligência Wechler para Crianças), originalmente desenvolvido em 1949, revisado em1974 (WISC-R), 1991 (WISC-III) e 2003 (WISC-IV). Tanto o WAIS quanto o WISC foram criados por David Wechsler. A última versão do WAIS consiste em 14 subtestes destinados a avaliar diferentes faculdades cognitivas. O WISC é constituído por 13 subtestes. Os subtestes são subjetivamente estratificados em dois grupos: escala verbal e escala de execução (também chamada escala performática), contudo os estudos objetivos, baseados em Análise Fatorial, não oferecem respaldo à classificação subjetiva em vigor.
A classificação, originalmente proposta por Davis Wechsler era a seguinte:
- QI acima de 127: Superdotação
- 121 - 127: Inteligência superior
- 111 - 120: Inteligência acima da média
- 91 - 110: Inteligência média
- 81 - 90: Embotamento ligeiro
- 66 - 80: Limítrofe
- 51 - 65: Debilidade ligeira
- 36 - 50: Debilidade moderada
- 20 - 35: Debilidade severa
- QI abaixo de 20: Debilidade profunda
Outro teste de Q.I. comumente utilizado em crianças é a Escala de Bailey de desenvolvimento infantil.
Saúde e Q.I.
Acredita-se que pessoas com um Q.I. elevado têm menores índices de morbilidade e mortalidade, quando adultas. Também apresentam menos risco de sofrerem de desordens relacionadas ao estresse pós-traumático, depressão acentuada e esquizofrenia. Por outro lado, aumenta o risco de padecimento de transtorno obsessivo-compulsivo [3]. Existe uma grande possibilidade dessa correlação existir pelo fato de que pessoas com um Q.I. mais alto tem em média indicadores socioeconômicos maiores, possibilitando um acesso melhor à saúde e informação. Apesar de ser questionável esta tese do indicador socioeconômico visto que há estudos que dizem que a grande maioria dos gênios são pobres[1]. Também há informações que indicam que os maiores gênios da humanidade morreram sob dificuldades financeiras ou pobres, por exemplo, Mozart.
Eficiência
No começo dos anos 1920, Lewis Madison Terman deu início a um estudo maciço sobre crianças extraordinárias, que se estendeu por décadas a fio, batizado deEstudos Genéticos da Genialidade. Ele alegava que a maioria das crianças bem-sucedidas possuía genes de elite que as conduziam rumo ao sucesso por toda a vida. Para provar essa tese, começou a acompanhar quase 1.500 crianças californianas em idade escolar, identificadas através de testes de QI como " excepcionalmente superiores". Infelizmente, à medida que as crianças excepcionais de Terman amadureciam, se tornavam cada vez menos excepcionais. De fato, tornavam-se adultos mais saudáveis e bem-sucedidos do que a média norte-americana, mas muito poucos se revelavam geniais ou insuperáveis. Nenhuma delas ganhou o prêmio Nobel - como foi o caso de duas das crianças descartadas inicialmente nos testes. Nenhuma se tornou um músico de renome mundial - como duas das rejeitadas por Terman: Isaac Stern e Yehudi Menuhin. No fim das contas, o estudo épico de Terman sobre genialidade acabou se mostrando uma pesquisa sobre decepção [4]
A frustração foi especialmente aguda em relação à nata do grupo de Terman - os 5,0% que fizeram 180 ou mais pontos de QI. A impressão que fica é a de que os indivíduos estudados que fizeram acima de 180 pontos não são tão extraordinários quanto o esperado, concluiu David Henry Feldman, da Universidade de Tufts, em uma avaliação do estudo feita em 1984:
- Tem-se a sensação decepcionante de que eles poderiam ter ido mais longe na vida.
Alguns anos depois, Feldman concluiu seu próprio estudo sobre seis crianças prodígio na música, na arte, no xadrez e na matemática. Nenhum dos seus objetos de pesquisa teve um desempenho extraordinário na vida adulta. Em sua pesquisa, Ellen Winner havia descoberto a mesma coisa . Em grande parte, as crianças talentosas, e até mesmo crianças prodígio, não se tornam grandes criadores na vida adulta , ela relatou
"tirado" de : http://pt.wikipedia.org/wiki/Quociente_de_intelig%C3%AAncia. (MacielscC)
Reflita sobre:
Aeeee... Tem, sim, tem que ser forte o bastante para
aguentar uma tonelada de pena, agora... Reflita sobre: ... Gostamos de coisas
simples, mas complicamos quando gostamos. MacielscC
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